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segunda-feira

Povo de Aruanda

A espada que Ogum carrega me guia pela estrada,
A flecha por Oxossi disparada iluminou toda a mata.

Sou filho de Xangô, Kaô! Não me vendo por ouro nem prata.
Sou filho de Xangô, Kaô! É na justiça a minha morada.

O espelho de Oxum reflete o quão doce são são suas águas.
Iansã grande guerreira corta os ventos com sua espada.

Sou filho de Xangô, Kaô! Não me vendo por ouro nem prata.
Sou filho de Xangô, Kaô! É na justiça a minha morada.

Iemanja com seu manto da firmeza pro meu barco navegar.
Todas minhas chagas, pelas palhas de Obaluaê vão se curar.

Não mexa com filho de fé, nós só queremos trabalhar.
Se mexer tanto faz, mas é com meu Exu que vais ter de lidar.

Sou filho de Xangô, Kaô! Sou filho de fé, quero meu lugar!
Sou filho de Xangô, Kaô! Sou filho de fé e ninguém vai me parar!

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